As internações evitáveis são uma das principais fontes de desperdícios na assistência à saúde no Brasil, pois resultam de ineficiências em diferentes etapas do cuidado. Boa parte delas poderia ter sido prevenida com atuação adequada na atenção primária, na emergência ou na gestão hospitalar. Estima-se que, apenas em eventos adversos graves na saúde suplementar, o desperdício tenha chegado a R$ 10,6 bilhões em 2017.
Conforme abordamos previamente, as internações hospitalares representam a maior parcela da composição de custos médico-hospitalares das operadoras. Além disso, respondem pela maior parcela da inflação médica.
Por isso, as internações potencialmente evitáveis recebem atenção tanto no contexto do SUS quanto na saúde suplementar. São aquelas que ineficiências em elos diversos da assistência à saúde acabam motivando. De acordo com o II Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, ao analisar apenas os custos de eventos adversos graves na saúde suplementar, o estudo chegou a valores da ordem de R$ 10,6 bilhões em 2017, um desperdício impressionante.
Quais são as principais causas de desperdício na assistência?
No geral, o desperdício assistencial no Brasil concentra-se nas seguintes causas:
- Internações evitáveis pela Atenção Primária (“Internações por Condições Sensíveis à Atenção Primária”, ICSAP)
- Internações evitáveis pela Emergência
- Internações evitáveis pela Ambulatorização Cirúrgica
- Readmissões em 30 dias pela mesma causa
- Eventos adversos graves
- Tempo de permanência hospitalar além do necessário
Cada uma dessas causas representa um ponto de ineficiência. Por isso, a gestão adequada consegue monitorá-las e reduzi-las.
Como a Lean Saúde atua nas internações evitáveis?
Entre os focos de atuação da Lean Saúde estão as readmissões evitáveis, a segurança hospitalar com redução de eventos adversos graves e a otimização do tempo de permanência. A empresa endereça essas frentes em sua linha de serviços Lean Stay, voltada à gestão de pacientes internados. Já os serviços Lean Care abordam as internações evitáveis pela Atenção Primária. Somado a isso, a Lean Saúde atua de modo assertivo nas maiores dores de operadoras, seguradoras, empresas privadas e governos.
Por exemplo, recursos de predição de risco do paciente, como o Lean Predict, também ajudam a antecipar eventos clínicos e a prevenir internações. Dessa maneira, a redução de desperdícios passa a ser estratégia, e não apenas meta de custo.
Em breve vamos abordar as doenças e condições que o ICSAP abrange. Também apresentaremos um panorama atualizado deste importante indicador para avaliar a qualidade da assistência pública e privada no Brasil. Para acompanhar, salve nosso site em seus favoritos e siga nossas redes sociais. Assim, você não perde nenhuma novidade.






